Artigos e vídeos · Manejo · 14/09/2026 · 2 min
Cores da ovelha Santa Inês: preta, chitada, pintada e branca
A Santa Inês aparece em várias pelagens. O que cada uma significa na seleção — e por que escolher pela cor é o erro mais caro.

A Santa Inês é uma raça deslanada que aparece em várias pelagens: preta, que é a mais conhecida, e também chitada, pintada e branca, entre outras variações. Todas existem dentro da raça. A preferência por uma cor é, antes de tudo, uma questão de mercado e de gosto do criador.
Isso tem consequência prática. Se a região paga mais por animal preto, faz sentido o criador de venda de reprodutor olhar para isso. Mas se a seleção passa a ser só pela cor, o rebanho perde o que realmente importa: prolificidade, habilidade materna, ganho de peso e carcaça.
Cor não põe cordeiro no chão, não dá leite e não ganha peso. Uma matriz chitada que desmama cordeiro pesado todo ano vale mais que uma preta perfeita que falha na parição.
Se você está formando rebanho, defina primeiro o que quer melhorar — peso ao desmame, número de cordeiros, conformação — e só depois use a cor como desempate. Veja também a galeria dos campeões nacionais da raça aqui no site: tem campeão de toda pelagem.

Conteúdo educativo, por Augusto Cesinha, CRMV-SE 0493. Não substitui a avaliação do veterinário do seu rebanho: dose e princípio ativo dependem de exame.
Este artigo não responde tudo
O que está no material de Manejo
- O controle zootécnico para saber quais matrizes produzem mais
- O escore corporal ideal para a cobertura
- Como o efeito macho ajuda a concentrar a parição
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